Literatura e tecnologia: quem influencia quem?

Literatura e tecnologia: quem influencia quem?

As redes sociais e as ferramentas da tecnologia da informação se tornaram uma das mais importantes formas de divulgação das expressões artísticas em geral: literárias, cênicas, plásticas e cinematográficas. Porém, como se dá o caminho inverso? Até que ponto a revolução digital vem modificando e redesenhando o momento de criação das obras e a relação do artista com o próprio trabalho? Quais os frutos dessa nova troca e de que forma ela se relaciona com o público? Este é um ciclo de debates que reúne especialistas e criadores em torno de uma reflexão contemporânea. E nesse debate o tema...

Seminário Internacional Imprensa, história e literatura: o jornalista escritor

Pós-FLIP 2014: Jornalismo e Literatura

As novas funções do autor na era digital

As novas funções do autor na era digital

Na década de 1960, Barthes e Foucault questionaram a ideia de autoria em textos como “A Morte do Autor” e “O Que É um Autor”. Hoje, a função do autor não é mais a de produzir um texto. Ele pode editá-lo, distribuí-lo, comercializá-lo e divulgá-lo. Mas a autonomia ganha por esse autor multitasking não o estaria desviando de sua função original, a escrita?

Fronteiras cruzadas – A ficção no jornalismo e a reportagem na literatura

Sinônimo de neutralidade e oposto à subjetividade, espaço tradicionalmente reservado à ficção, o conceito de objetividade jornalística vem sendo minado desde o século passado pela propaganda política fascista (que mostrou como era possível manipular qualquer fato ou número), pelas teorias psicanalíticas (que demonstraram o quanto o inconsciente influencia nossa interpretação do mundo) e até mesmo pela própria capacidade de simulação da literatura realista. Mas foi preciso que um novo surto de jornalismo-mentira, a partir dos anos 80, revelasse sua fragilidade, mostrando que a objetividade jornalística é antes de mais nada um artifício. Os vários escândalos que abalaram a credibilidade...

iPad – Admirável Livro Novo

iPad – Admirável Livro Novo

Quem compraria de olhos fechados um produto que ninguém experimentou, que ainda não tem certeza de como funciona e que nem sabe exatamente para que vai servir? A partir deste mês, milhares de pessoas (por ora apenas nos Estados Unidos) terão a oportunidade de ver como é realmente o iPad, o mítico e-reader da Apple, aquele que pode fazer com o livro em papel o mesmo que o iPod fez com o CD: torná-lo dispensável. Seriam esses computadores pessoais em formato de prancheta e tela sensível ao toque, chamados tablets, “assassinos tecnológicos”, capazes de transformar o livro impresso em...

Por uma ideia de literatura expandida

O cinema nasce do teatro, mas não é teatro. É uma nova arte, com uma nova linguagem, criada a partir de uma nova tecnologia. O mesmo pode ser dito da fotografia em relação à pintura. E, com algumas ressalvas quanto a seu conteúdo artístico, do rádio e da televisão. Terá chegado a vez da literatura? Até onde ela pode se expandir em hipertextos, hiperlinks, multimídias, quebrando a linearidade da página, antes de se tornar uma nova arte? Enxergar que o livro eletrônico é um novo passo na longa série de invenções de tradições narrativas tira o foco da discussão...

Palestra – Jornalismo cultural: uma introdução

Curso: Qual é o futuro do livro?

Debate – A Busca do amor no universo virtual