André Lemos - Materialidade dos Dispositivos de Leitura Eletrônicos

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Rodrigo Savazoni - Sobre o Momento Digital

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Arthur Protasio - Games: Uma Mídia de Expressão

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Beatriz Lagoa - Arte-tecnologia: divergências e convivências

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Jonas Federman - Notas sobre um curso de Arte Digital

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Luiz Agner - Informação jornalística e design da interação gestual

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César Viana - Como preparar jornalistas e a mídia para lidar com os novos espaços de informação e cidadania

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Por uma ideia de literatura expandida

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Porque a ferramenta de leitura inteligente do futuro pode ser… o papel

Porque a ferramenta de leitura inteligente do futuro pode ser… o papel

Há anos foi anunciada a substituição do livro de papel pelo livro digital por teóricos da comunicação, marketeiros e usuários pioneiros. Porém, apesar dos avanços e inovações cada vez maiores na área dos e-books, muitas pessoas ainda preferem ler impressos. Brandon Keim, em artigo para revista Wired, busca explicações para essa preferência, que ele mesmo compartilha, e porque o papel pode ser o real dispositivo de leitura inteligente do futuro. Para Keim, mais interessante do que a manutenção da leitura em papel em si é a sua interação com as novas formas digitais. Assim como o autor, grande parte...

Literatura e tecnologia: quem influencia quem?

Literatura e tecnologia: quem influencia quem?

As redes sociais e as ferramentas da tecnologia da informação se tornaram uma das mais importantes formas de divulgação das expressões artísticas em geral: literárias, cênicas, plásticas e cinematográficas. Porém, como se dá o caminho inverso? Até que ponto a revolução digital vem modificando e redesenhando o momento de criação das obras e a relação do artista com o próprio trabalho? Quais os frutos dessa nova troca e de que forma ela se relaciona com o público? Este é um ciclo de debates que reúne especialistas e criadores em torno de uma reflexão contemporânea. E nesse debate o tema...

Seminário Internacional Imprensa, história e literatura: o jornalista escritor

Pós-FLIP 2014: Jornalismo e Literatura

As novas funções do autor na era digital

Na década de 1960, Barthes e Foucault questionaram a ideia de autoria em textos como “A Morte do Autor” e “O Que É um Autor”. Hoje, a função do autor não é mais a de produzir um texto. Ele pode editá-lo, distribuí-lo, comercializá-lo e divulgá-lo. Mas a autonomia ganha por esse autor multitasking não o estaria desviando de sua função original, a escrita?

Seminário Direito, Tecnologia e Sociedade discute o Marco Civil da Internet

Seminário Direito, Tecnologia e Sociedade discute o Marco Civil da Internet

O Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/14) acaba de ser aprovado no Congresso Nacional. Chamado por muitos de “Constituição da Internet brasileira”, a Lei traz importantes alterações no ordenamento jurídico nacional, com destaque para o tratamento da privacidade e dos dados pessoais, a questão da liberdade de expressão na rede, a responsabilidade de provedores e a afirmação do princípio da neutralidade. Os expositores abordam os principais pontos do Marco Civil, refletindo sobre as lições aprendidas nos últimos cinco anos de desenvolvimento da iniciativa e as possíveis interpretações do texto da lei. ●Ronaldo Lemos, Professor Visitante da UERJ, Diretor...

Mobilização social e mediação de conflitos online: Israel loves Iran

Mobilização social e mediação de conflitos online: Israel loves Iran

Por Júlia Lacerda Mandil A campanha Israel loves Iran foi criada a partir de uma publicação do designer israelense Ronny Edry em seu perfil no Facebook. Exemplo das mobilizações sociais globais que emergem na rede, é um movimento que atualmente une mais de cem mil internautas pedindo paz no Oriente Médio. Entendendo a internet como uma “ágora digital”, o trabalho pretende discutir seu potencial para mediação de conflitos. A ideia da representatividade ganha outra dimensão na web. Embaixador de si mesmo, o internauta encontra na rede um espaço alternativa para diplomacia, multiplicando o número de vozes na mesa de negociações....

Como os livros eram feitos há 60 anos?

Como os livros eram feitos há 60 anos?

Em meio às mudanças na forma como se publica e como se lê um livro hoje em dia, esse vídeo produzido pela TV inglesa em 1947 mostra como eram produzidos os livros há 60 anos atrás. Uma grande mudança está acontecendo neste exato momento no mercado editorial, na forma como se faz e como se lê livro. Em uma época onde se publicam livros na velocidade de uma dezena de tweets, o vídeo a seguir, uma produção da TV inglesa, de 1947, responde à pergunta sobre como eram feitos os livros há 60 anos. Via Publiki

Projeto brasileiro ensina programação pela internet gratuitamente

Projeto brasileiro ensina programação pela internet gratuitamente

A busca desesperada por profissionais qualificados no mercado de tecnologia levou empresas nacionais a copiar uma iniciativa americana para incentivar os brasileiros a procurar este setor. A Locaweb e a Caelum (que oferece cursos de programação) lançaram o Ano do Código, campanha semelhante à Code.org, que envolve nomes como Mark Zuckerberg e Bill Gates. Como ocorre na Code.org, internautas são estimulados a ter contato com esquemas de programação de forma simples, com tutoriais e depoimentos em vídeo que ajudam a melhorar o entendimento das tarefas. Saiba mais

Fronteiras cruzadas – A ficção no jornalismo e a reportagem na literatura

Sinônimo de neutralidade e oposto à subjetividade, espaço tradicionalmente reservado à ficção, o conceito de objetividade jornalística vem sendo minado desde o século passado pela propaganda política fascista (que mostrou como era possível manipular qualquer fato ou número), pelas teorias psicanalíticas (que demonstraram o quanto o inconsciente influencia nossa interpretação do mundo) e até mesmo pela própria capacidade de simulação da literatura realista. Mas foi preciso que um novo surto de jornalismo-mentira, a partir dos anos 80, revelasse sua fragilidade, mostrando que a objetividade jornalística é antes de mais nada um artifício. Os vários escândalos que abalaram a credibilidade...