O lucro do ódio

O debate político atual no Brasil encontra nas grandes redes sociais espaço para se propagar. Entretanto, muitos conteúdos que ferem direitos humanos vem sendo compartilhado nas redes. O Twitter, Facebook e Google possuem mecanismos capazes de neutralizar instantaneamente esses conteúdos, mas muitas vezes preferem garantir a liberdade de expressão. Por quê?

Os algorítimos são capazes de identificar quais tipos de mensagens prendem mais nossa atenção. As publicações com mais comentários, reações, compartilhamentos e retweets impulsionam os anúncios publicitários. Dessa forma, conteúdos de ódio, que ferem as minorias e que atentam ao Estado Democrático de Direito, apesar de violar as próprias regras de uso das plataformas, dão lucros cada vez maior. O The Intercept Brasil produziu importante reportagem a respeito, que pode ser acessada clicando aqui.

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