Papercut planeja reinventar as narrativas para iPad

Foram feitas muitas experiências com narrativas no iPad, de e-books melhorados a apps de livros e histórias reimaginadas como jogos. Semana passada, a desenvolvedora londrina Ustwo lançou o Papercut, que combina som, vídeo e texto para contar suas histórias.

Em parceria com a editora Shortfire Press, a Ustwo interpretou histórias de Richard Beard, Nadifa Mohamed e Laura Dockrill. E mais histórias estão sendo planejadas como aquisições in-app. O aplicativo, que custa £3.99, rapidamente se tornou o número um da sessão Livros nos carrinhos da App Store.

Matt Mills, co-fundador da Ustwo, disse: “Nós criamos o conceito do Papercut no começo de 2011. A ideia era criar uma experiência de leitura sutil, simples e fácil de usar que tomasse máximo proveito das capacidades do iPad. Simplicidade foi a chave de todo o projeto, pois não queríamos nada que fosse interativo demais a ponto de desviar o foco do propósito principal do produto, que era desfrutar a seleção de histórias.”

“James Joyce, EFL Teacher”, de Richard Beard, é parcialmente lida pelo autor e parcialmente contada com fragmentos de texto. Ela se desenrola em um quarto da tela enquanto um vídeo se desdobra no resto. Deslisar o dedo pela história aos poucos revela o vídeo, enquanto sons de rua tocam no fundo.

“Papercut transforma simples prosa em uma experiência de leitura interativa e multi-sensorial. Conteúdo escrito é apresentado em pequenas passagens de texto e vídeos, animações, sequências de imagens e sons relevantes são ativados em relação à narrativa”, diz Mill. “Ele se afasta do texto pesado, a página padrão se transforma em algo funcional, o leitor pode simples e elegantemente navegar por uma experiência verdadeiramente interativa com um mero toque.

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